Nacional à prova de um Porto fino. Coirato e m directo da Madeira, às 20:30.
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Anónimo
disse...
Pedro Henriques, é o excelente árbitro escolhido para juiz das incidências do jogo. Um Porto que aparece contra o Nacional, sem o árabe Tarik nem o cigano Quaresma, sem conotações racistas ou quejandas. Começou o encontro.
Reapareceu Postiga na equipa portuense, e ainda o argentino Mariano. O Benfica já ganhou ontem contra o Estrela da Amadora (2-0), pelo que só está a sete pontos, neste momento. O campo está muito escorregadio, não sabemos porquê. Mas é um facto que os jogadores entram frequentemente em derrapagem na relva, caindo sem mais aquelas. O Nacional está a dar boa réplica aos campeões nacionais.
O Porto está a jogar em ritmo de treino, porventura já a pensar nas férias natalícias. Jesualdo mostra alguma insatisfação, mas prefere esperar, para ver. E o Nacional começa a arrebitar, obrigando Helton a trabalhar.
O jogo está muito insosso. Deve ser do ar insular. A ausência de Quaresma não justifica tal cinzentismo no jogo. Do meio campo para a frente, a equipa do Porto deixa de funcionar, com a excepção das incursões de Bosingwa pela direita, quando está para isso. A integração de Mariano foi mais fácil que a de Postiga, bem suportada por Lucho e Lisandro, todos das pampas.
Aos 54' Lisandro quase marcava, com um belo remate em queda e à meia volta, que Benaglio, o keeper nacionalista defendeu instintivamente. Foi na sequência de um livre mesmo sobre a linha da área do Nacional, resultante de uma carga sobre Mariano, que até pareceu penalty. Golo do Nacional. Aos 58', Postiga perde uma bola na sua intermediária, bem aproveitada pelos nacionalistas. Lipatin tem um remate potente e colocado que não deu hipóteses a Helton. Jesualdo logo a seguir mete Adriano para substituir Postiga. Este cara nem devia ter entrado.
Já entrou Leandrinho no Porto, saindo Meireles, tendo o jogo acelerado um pouco. O Nacional recuou, está com o autocarro em frente da área e Jesualdo denota alguma intranquilidade. O Porto teve algumas oportunidades que não aproveitou e o Nacional aproveitou a oportunidade que teve. Falta um quarto de hora.
Kaz, que acabara de entrar, manda um remate à trave, aos 80'. O Porto só agora está a carburar, mas o tempo restante é pouco. É nos minutos finais que se sente mais a falta de Quaresma, quando ele costuma resolver de fivelas ou trivelas.
Filipe leva o segundo amarelo e é expulso aos 88', deixando o Nacional a jogar dois minutos com dez jogadores. O Porto quase nem deu por isso, num jogo para esquecer. O jogo acaba. Primeira derrota do Porto, que acabou por ser uma prenda de Natal aos seus perseguidores, do alto dos de sete pontos de vantagem.
10 comentários:
Pedro Henriques, é o excelente árbitro escolhido para juiz das incidências do jogo.
Um Porto que aparece contra o Nacional, sem o árabe Tarik nem o cigano Quaresma, sem conotações racistas ou quejandas.
Começou o encontro.
Reapareceu Postiga na equipa portuense, e ainda o argentino Mariano.
O Benfica já ganhou ontem contra o Estrela da Amadora (2-0), pelo que só está a sete pontos, neste momento.
O campo está muito escorregadio, não sabemos porquê. Mas é um facto que os jogadores entram frequentemente em derrapagem na relva, caindo sem mais aquelas.
O Nacional está a dar boa réplica aos campeões nacionais.
O Porto está a jogar em ritmo de treino, porventura já a pensar nas férias natalícias. Jesualdo mostra alguma insatisfação, mas prefere esperar, para ver. E o Nacional começa a arrebitar, obrigando Helton a trabalhar.
O jogo está muito insosso.
Deve ser do ar insular. A ausência de Quaresma não justifica tal cinzentismo no jogo.
Do meio campo para a frente, a equipa do Porto deixa de funcionar, com a excepção das incursões de Bosingwa pela direita, quando está para isso.
A integração de Mariano foi mais fácil que a de Postiga, bem suportada por Lucho e Lisandro, todos das pampas.
Intervalo sem compensações de tempo, nem golos e com pouco futebol.
Aos 54' Lisandro quase marcava, com um belo remate em queda e à meia volta, que Benaglio, o keeper nacionalista defendeu instintivamente. Foi na sequência de um livre mesmo sobre a linha da área do Nacional, resultante de uma carga sobre Mariano, que até pareceu penalty.
Golo do Nacional. Aos 58', Postiga perde uma bola na sua intermediária, bem aproveitada pelos nacionalistas. Lipatin tem um remate potente e colocado que não deu hipóteses a Helton.
Jesualdo logo a seguir mete Adriano para substituir Postiga. Este cara nem devia ter entrado.
Já entrou Leandrinho no Porto, saindo Meireles, tendo o jogo acelerado um pouco. O Nacional recuou, está com o autocarro em frente da área e Jesualdo denota alguma intranquilidade.
O Porto teve algumas oportunidades que não aproveitou e o Nacional aproveitou a oportunidade que teve.
Falta um quarto de hora.
Kaz, que acabara de entrar, manda um remate à trave, aos 80'.
O Porto só agora está a carburar, mas o tempo restante é pouco. É nos minutos finais que se sente mais a falta de Quaresma, quando ele costuma resolver de fivelas ou trivelas.
Filipe leva o segundo amarelo e é expulso aos 88', deixando o Nacional a jogar dois minutos com dez jogadores. O Porto quase nem deu por isso, num jogo para esquecer.
O jogo acaba.
Primeira derrota do Porto, que acabou por ser uma prenda de Natal aos seus perseguidores, do alto dos de sete pontos de vantagem.
No 2º comentário aparece o resultado do Benfica como sendo 2-0, quando são 3-0.
As desculpas.
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