A um maior conjunto de estrelas individuais do Real, opõe-se um Atlético mais coletivo, mais equipa. Que o Atlético também tem algumas estrelas, como Torres, mas sem o brilho de um Ronaldo.
Jogo intenso, com um Atlético muito pressionante, não deixando as estrelas do Real respirar. Decidir bem e rapidamente é a grande questão num jogo destes, ao nível da Champions.
A facilidade com que os jogadores do Atlético passam a bola uns para os outros, é impressionante. Não há um passe errado. Estão em perfeita comunicação uns com os outros em espírito de entreajuda. O Real joga mais com o poderio técnico das suas peças, que podem decidir o jogo num golpe de génio.
O Real fez uma substituição ao intervalo. Benzema, com algum problema físico, ficou no balneário e foi substituído por Borja. É uma baixa no ataque do Real, sabido que é a forma fácil com que Ronaldo combina com o francês.
Golo do Atlético aos 53'. Excelente troca de passes rapidíssimos, teleguiados na área madrilena entre Filipe e Griezmann, com este a concluir num golo que é um poema ao jogo coletivo.
Sérgio Ramos faz um passe longo para ninguém e depois ralha (é o capitão) com os colegas porque ninguém foi à bola. É um lance representativo deste Real, ao invés do Atlético, em que os jogadores passam a bola uns aos outros.
Fase empolgante do desafio. A Atlético empolgado procura o segundo golo e quase consegue. O Real em desespero dá o litro, mas o superior espírito de equipa do adversário corta-lhe as vazas. Grande espetáculo.
81', sai Torres e entra Correa. O Atlético abdica do ponta de lança para consolidar o resultado.
Cristiano bem tenta, mas quase sempre em lances individuais em que se vê rodeado de dois ou três adversários e sem ver colegas libertos a quem passar a bola. As ausências de Marcelo e Benzema deixam-o isolado.
13 comentários:
O jogo já começou, arbitrado pelo Clos.
Está em causa o segundo lugar na Liga espanhola, em que o Atlético tem mais um ponto que o Real. O Barcelona segue em primeiro lá mais para cima.
Isto é uma espécie de Benfica Sporting da capital espanhola.
A um maior conjunto de estrelas individuais do Real, opõe-se um Atlético mais coletivo, mais equipa. Que o Atlético também tem algumas estrelas, como Torres, mas sem o brilho de um Ronaldo.
Jogo intenso, com um Atlético muito pressionante, não deixando as estrelas do Real respirar.
Decidir bem e rapidamente é a grande questão num jogo destes, ao nível da Champions.
A facilidade com que os jogadores do Atlético passam a bola uns para os outros, é impressionante. Não há um passe errado. Estão em perfeita comunicação uns com os outros em espírito de entreajuda.
O Real joga mais com o poderio técnico das suas peças, que podem decidir o jogo num golpe de génio.
Intervalo.
Recomeçou o jogo.
O Real fez uma substituição ao intervalo.
Benzema, com algum problema físico, ficou no balneário e foi substituído por Borja.
É uma baixa no ataque do Real, sabido que é a forma fácil com que Ronaldo combina com o francês.
Golo do Atlético aos 53'.
Excelente troca de passes rapidíssimos, teleguiados na área madrilena entre Filipe e Griezmann, com este a concluir num golo que é um poema ao jogo coletivo.
57', sai James e entra Lucas.
Sérgio Ramos faz um passe longo para ninguém e depois ralha (é o capitão) com os colegas porque ninguém foi à bola. É um lance representativo deste Real, ao invés do Atlético, em que os jogadores passam a bola uns aos outros.
Fase empolgante do desafio.
A Atlético empolgado procura o segundo golo e quase consegue.
O Real em desespero dá o litro, mas o superior espírito de equipa do adversário corta-lhe as vazas.
Grande espetáculo.
70', sai Isco para entrar Jesé.
77', sai Augusto e entra Kranevitter, no Atlético.
Pouco antes, Danilo tentou arrancar um penalti para o Real mas em vão. O árbitro analisou bem a ação do brasileiro, que provocou a sua própria queda.
81', sai Torres e entra Correa.
O Atlético abdica do ponta de lança para consolidar o resultado.
Cristiano bem tenta, mas quase sempre em lances individuais em que se vê rodeado de dois ou três adversários e sem ver colegas libertos a quem passar a bola.
As ausências de Marcelo e Benzema deixam-o isolado.
3' de tempo extra.
Amarelo para Ramos. Já que não consegue ganhar, "agride" os adversários.
Terminou o jogo.
Bons tempos em que o Real ganhava estes derbies e os jogos com o Barça.
Eram os tempos de Mourinho.
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